O Grupo Guaçu aposta no saneamento como uma das principais frentes de crescimento da companhia nos próximos anos e vem ampliando sua capacidade produtiva e presença nacional para acompanhar o avanço necessário do setor até 2033.

Atualmente, o mercado em que o Grupo Guaçu atua movimenta cerca de 2 milhões de toneladas de produtos químicos por ano. Para acompanhar a expansão do saneamento e atender à demanda estimada para o país, esse volume deverá chegar a aproximadamente 2,6 milhões de toneladas, um crescimento superior a 30%.

Presente na Fenasan, o evento representa para o grupo uma oportunidade de estar próximo justamente das empresas, concessionárias, fornecedores e demais agentes que estarão à frente desse ciclo de investimentos. “Estamos falando de um crescimento que não é apenas uma projeção de mercado, mas uma necessidade do país. Para avançar no saneamento, será preciso ampliar toda a cadeia, da infraestrutura à disponibilidade dos insumos utilizados no tratamento da água e dos efluentes. É nesse cenário que estamos investindo e é também por isso que estar na Fenasan é estratégico para o Grupo Guaçu”, afirma Lúcio Atake, Diretor Comercial & Marketing e também Conselheiro do Grupo Guaçu.

A aposta do Grupo Guaçu no crescimento do saneamento já vem se traduzindo em movimentos concretos. Um dos mais recentes foi a consolidação de 100% do controle da Sulfago (Sulfatos de Goiás Ltda.), empresa sediada em Anápolis, GO, e com quase cinco décadas de atuação. O Grupo Guaçu já participava da gestão da Sulfago e detinha 50% de suas ações. Com a aquisição da participação remanescente, passou a integrar a operação, ampliando sua capacidade produtiva e fortalecendo sua presença no Centro-Oeste.

Atualmente, grande parte da produção da Sulfago já é absorvida pela Saneago, em Goiás, e pela Caesb, no Distrito Federal. A estratégia é utilizar essa estrutura para ampliar o atendimento a outros clientes e regiões, acompanhando o aumento esperado da demanda por produtos químicos destinados ao tratamento de água e efluentes.

“A Sulfago tem uma produção que hoje já encontra uma demanda muito forte. Ao incorporarmos integralmente essa operação, ganhamos capacidade e presença em uma região estratégica. Queremos ampliar essa produção e chegar a novos mercados, porque entendemos que o crescimento do saneamento brasileiro vai exigir fornecedores preparados para atender volumes muito maiores”, explica Atake.

A integração também proporciona ao Grupo Guaçu maior agilidade nas decisões, otimização dos ativos logísticos e ampliação da capacidade de fornecimento. Para a companhia, esses investimentos são fundamentais diante de um mercado que precisará acrescentar cerca de 600 mil toneladas à demanda atual de produtos químicos para acompanhar o avanço do saneamento no país.



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