A TideSat Global, startup de Porto Alegre, RS, oferece um serviço de monitoramento do nível da água a partir da técnica de refletometria GNSS - Global Navigation Satellite System Reflectometry. A captação dos dados ocorre por meio de sensores que utilizam a reflexão do sinal de satélite sobre a água para medir o nível.

“Com essa tecnologia, desenvolvida na UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul e com suporte do Sebrae RS, é possível operarmos com sensores de baixo custo instalados em locais distantes da água, garantindo sua operabilidade mesmo em caso de inundações. É uma solução eficaz e barata, que tem o potencial de popularizar o monitoramento de nível para a população”, explica Douglas Leipelt, CEO da TideSat Global.

O CEO reforça a necessidade de redes robustas de monitoramento, para evitar o que ocorreu em Porto Alegre e em outros municípios do Estado em 2024, que contavam com apenas um sensor, levado pela água durante a inundação.

A empresa oferece a coleta, processamento, monitoramento e disponibilização dos dados por meio de dashboards, com uso de tecnologia de processamento exclusiva no Brasil. Atualmente, a TideSat presta serviço para o município de Estrela tem participado de provas de conceito para um possível contrato com a capital gaúcha e Ipatinga, MG. Na Espanha, existe um sensor instalado para a medição da altura da neve e nos EUA e Canadá para medições de marés.



Mais Notícias HYDRO



Emprego em obras de saneamento cresce 20% no acumulado de 2026, aponta o Radar Asfamas

Segunda edição do estudo revela avanço da infraestrutura de saneamento e alta de 3,9% na produção da indústria do setor.

29/09/2026


Sabesp segue com inscrições abertas para mais de 60 vagas em seu Programa de Estágio 2027

Com oportunidades na capital e no interior paulista, processo seletivo busca universitários de diversas áreas para atuar no setor de saneamento.

29/09/2026


Governo de São Paulo usa tecnologia de ultrassom para conter algas e Praia de Sabino volta a ficar própria para banho

Projeto-piloto da Cetesb, em operação há dois meses, registra redução de 91,5% na concentração de toxina produzida pelas algas.

29/09/2026