Resinas recicladas



Preços competitivos em relação ao material virgem e a possibilidade de melhoria da qualidade do reciclado por meio de descontaminação e aditivação estão fazendo com que os plásticos reciclados se tornem uma alternativa para a fabricação de diversos produtos. Este guia relaciona empresas que atuam como recicladoras de material plástico, ofertando-o ao mercado na forma de grânulos, flakes ou micronizado.




Levantamento realizado junto às companhias constantes deste guia apontou que 62,67% do material utilizado para a produção das resinas fornecidas por elas correspondem a aparas e borras oriundas de suas operações industriais, ao passo que 37,33% possuem origem pós-consumo. Em se tratando desses últimos, 40,57% vêm de empresas de triagem e pré-processamento, 24,64% de cooperativas de catadores, 13,04% são obtidos por meio de sistema próprio de coleta de material e 11,60% o são por intermédio de ONGs e entidades classificadas na categoria “outros” como, por exemplo, vendedores de sucata e depósitos de materiais desse tipo. Em seguida são mencionados estabelecimentos comerciais e programas ligados a iniciativas do poder público, responsáveis pelo fornecimento de 8,70% e 1,45% desse montante, respectivamente.

Os principais obstáculos à comercialização de resinas recicladas no Brasil, de acordo com 47,27% das participantes, são o desconhecimento técnico dos transformadores e o preconceito em relação a este tipo de material, enquanto 32,72% consideram como gargalo a falta de incentivo a políticas voltadas para essa área, a quantidade de empresas que fabricam material de qualidade duvidosa, o baixo volume de captação de matéria-prima, os impostos sobre esses produtos e o alto custo de produção. Além disso, 21% das pesquisadas apontaram as restrições normativas ao uso de reciclados.

A maioria das entrevistadas (80,43%) afirmou que encontra no mercado brasileiro todos os equipamentos necessários à produção de reciclados, incluindo os voltados para testes de laboratório. Cerca de 68% delas manifestaram ter interesse em adquirir equipamentos de descontaminação de resinas recicladas para fabricar embalagens que possam ter contato com alimentos e bebidas, assim como 74,46% pretendem obter certificação para os materiais que fornecem.

Perguntadas sobre o índice médio de sua capacidade ociosa em 2018, 90% das respondentes afirmaram que este variou de 1 a 50%, enquanto 10% delas apontaram até 100%. Este ano, o índice apresentado por 81,57% dessas empresas foi de até 40%, enquanto o restante apontou até 60%.






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